Quem sou eu

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Tenho 50 anos, sou graduada em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas (1987) e servidora pública desde 1988.  

 A Fibromialgia mudou minha vida e me fez rever todos os meus conceitos e valores após diagnóstico obtido em agosto de 2003. “É uma dor que maltrata, mas não mata”.  

De fato, tenho sobrevivido...

E a partir daí, de uma vontade de viver e não meramente sobreviver, aprendi que cada um precisa encontrar sua maneira de enfrentar as próprias dores e perdas, buscar uma saída quando tudo parece perdido e despertar ideias construtivas, pensamentos motivadores para prosseguir lutando e agindo. Porque a vida segue e não espera a nossa dor passar...

Em 2009 iniciei este blog pretendendo aprender a usar as ferramentas do Blogger: Espaço Arte, Terapia e Negócios como eu, vive eternamente em construção.

 Em 2012 comecei a empreender pequenos negócios de revenda como uma experiência de aprendizado que mantenho até os dias de hoje. Com muita paixão construí a VS Acessórios.

https://www.facebook.com/vs.semijoias.acessorios

https://www.instagram.com/souverasouza

Tenho interesse por autoconhecimento, bem estar, desenvolvimento pessoal e profissional, artes, viagens e empreendedorismo.

Quero passar pela vida com gratidão ao Criador, respeito aos demais viventes deste universo, humildade para corrigir meus erros e dignidade para escrever minha própria história. 

Porque...

"Enquanto houver sol, ainda haverá..."

 Muito a ensinar e muito mais a aprender!

 Com o coração cheio de gratidão  _/\_

 

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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A beleza do perdão...

Ontem assistindo um webnário do Rodrigo Barros,  ele usava camiseta com a seguinte mensagem:

"Desculpem os transtornos, estamos em construção"

Trago um sentimento leve na alma e uma maior clareza das coisa que são de fato dificuldades reais ou produzidas pelo meu estado mental. E meu aprendizado tem sido constante porque eu não posso desistir de mim nem do meu propósito de exercer com leveza e simplicidade a minha missão de vida, a começar por ser eu mesma e assumir tal preço...


Encontrei esse texto com uma fonte de inspiração: 

"Lembro-me de uma das pregações do Monsenhor Jonas Abib em que ele usava uma metáfora cotidiana para falar sobre o perdão. Dizia das obras e das placas de sinalização que comunicavam: “Desculpe o transtorno, estamos em construção”. Como artesão da palavra, inspirado por Deus, nosso fundador foi descendo às minúcias do que é o transtorno e do que é a construção.
Causamos transtornos na vida de muitas pessoas, porque somos pecadores, porque somos imperfeitos. Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos. Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente. Mas agredimos. Não respeitamos o tempo do outro, a história do outro. Parece que o mundo gira em torno dos nossos desejos e o outro é apenas um detalhe. E, assim, vamos causando transtornos.
Esses transtornos tantos mostram que não estamos prontos, mas em construção. Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma. Em alguns momentos, não somos capazes de compreender o tamanho da dor. Em outros, a edificação parece mais leve, o amor alivia o árduo trabalho. E assim é a nossa vida.
O outro, o meu irmão, também está em construção e também causa transtornos. E, às vezes, um tijolo cai e me machuca. Outras vezes, é a cal ou o cimento que suja o meu rosto. E quando não é um, é outro. E o tempo todo tenho de me limpar e tenho de cuidar das feridas. Assim como os outros que convivem comigo também têm de fazer. Os erros dos outros, os meus erros. Os meus erros, os erros dos outros.
Essa é uma conclusão essencial: todas as pessoas erram. A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade humana e cristã: o perdão.
Perdoar é cuidar das feridas e das sujeiras. É compreender que os transtornos são muitas vezes involuntários. Que os erros dos outros são semelhantes aos meus erros, e que como caminhantes de uma jornada é preciso olhar adiante. Se nos preocuparmos com o que passou, com a poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado. E será um desperdício.
O convite que eu faço é que você experimente a beleza do perdão. É um banho na alma. Deixa leve. Uma boa confissão ajuda a reconhecer as nossas falhas e, mais do que isso, nos impulsiona a buscar a santidade.
Obrigado, Monsenhor Jonas Abib, por nos ensinar a pedir perdão.
Meu irmão, se eu errei, se eu o magoei, se eu o julguei mal, desculpe-me todos esses transtornos… estou em construção!"
Fonte: Revista Canção Nova (por Gabriel Chalita)